Câmara de Elvas avança com obras em tempos de pandemia

Apesar da fase que se atravessa, com todos os constrangimentos provocados pela pandemia Covid-19, a Câmara Municipal de Elvas nunca interrompeu as obras que tinha em curso.

O presidente, Nuno Mocinha, revela até que foram, durante a fase lançadas novas obras, como a construção dos laboratórios no centro de melhoramento de plantas e a requalificação do Aqueduto da Amoreira. Para reduzir os impactos nas empresas, o município procurou ainda “acelerar pagamentos”.

“Temos também preparado um conjunto de outras intervenções, ao nível de requalificações urbanas, como o Largo dos Terceiros, o Largo de São Domingos e a terceira e última fase da Avenida 14 de Janeiro”, adianta Mocinha.

Quanto ao Museu de Arqueologia e Etnografia António Tomás Pires (na foto), Nuno Mocinha revela que, ao que tudo indica, estará pronto até final do ano. O autarca recorda ainda que continua em curso a obra da nova E.B. 2,3 de Santa Luzia, lançando o repto para que os elvenses passem por lá, para ver o “esqueleto da obra, muito indicativo daquilo que vai ser”.

Já projeto da nova residência de estudantes da Escola Superior Agrária de Elvas, avaliado em quatro milhões de euros e que irá nascer no antigo Lagar dos Lopes, está a ser ultimado, sendo que se prevê que até final do corrente mês de junho seja lançado a concurso. Mocinha assegura que este é “um projeto importante para Elvas”, pois pode permitir “criar condições para que cerca de nove dezenas de alunos possam vir para a cidade estudar”.

O autarca avança ainda que o novo lar da Boa-Fé aguarda a aprovação do Tribunal de Contas e que já teve início a requalificação da zona industrial de Elvas.