Mais de 5000 testes feitos e há 11 suspeitos no distrito

A 10.ª reunião de ponto da situação COVID-19 no território do Alto Alentejo, decorreu esta terça-feira, dia 9, com a presença dos municípios associados da CIMAA, dos representantes da ULSNA e da Diretora do Centro Distrital de Portalegre do Instituto da Segurança Social.

No que se refere aos números atualizados da pandemia no território, a ULSNA informou que o número de casos positivos no distrito de Portalegre se mantém, no entanto revelou que existem no momento quatro novos casos suspeitos em Portalegre e sete em Elvas, em ambos os locais a aguardar o resultado dos testes.

Destacou-se depois, na reunião, o ponto de situação da realização dos testes em todo o território. Foram referidos os últimos números globais, abrangendo IPSS e creches.Assim, até agora foram realizados, no total, 5321 testes, de acordo com os dados fornecidos pela ULSNA, que tem realizado esta intervenção no território do Alto Alentejo no âmbito da parceria CIMAA/ULSNA/Segurança Social.

A Diretora do Centro Distrital de Portalegre do Instituto da Segurança Social, que voltou a elogiar a responsabilidade partilhada entre a CIMAA, a ULSNA e a Segurança Social na realização dos testes aos lares (IPSS), informou que este trabalho de rastreio está praticamente concluído, faltando apenas realizar testes a situações pontuais de trabalhadores dos centros de acolhimento de Portalegre e Elvas, tendo também enfatizado a importância de se manter uma postura de vigilância e de sensibilização junto das instituições.

Foi igualmente confirmado, durante a reunião, que nos próximos dias o Laboratório de Medicina Molecular está em condições de iniciar os seus trabalhos.

O Comandante do CDOS, Rui Conchinha confirmou nesta reunião, que não tem havido dificuldades de maior na resposta à pandemia, no âmbito da Situação de Calamidade no distrito de Portalegre.

Todavia, Rui Conchinha manifestou preocupação com o incumprimento das regras de desconfinamento por parte de algumas pessoas, alertando para que estes comportamentos criam riscos adicionais desnecessários, podendo colocar em causa o esforço das populações e das autoridades durante o período de confinamento no território Alto Alentejo.