2069 testes em 140 creches do Alentejo todos negativos

Jorge Seguro Sanches, secretário de Estado Adjunto e da Defesa Nacional e autoridade de Coordenação da Situação de Calamidade na Região do Alentejo, anunciou, nesta terça-feira dia 9, alguns resultados relativos ao combate à Covid-19 na Região do Alentejo.

Dos dados regionais, resulta que, de todos os 268 infetados registados pela DGS, há hoje menos de 30 casos ativos, o que corresponde a uma taxa de recuperação elevada. Há, por isso, segundo Seguro Sanches, “que sublinhar o excelente trabalho de muitos profissionais de saúde, na linha da frente, em hospitais e unidades de saúde pública”.

Atendendo ao desenvolvimento da situação pandémica desde março, “foram alocados recursos materiais e humanos para assegurar uma ação concertada entre as autarquias locais e comunidades intermunicipais, Administração Regional de Saúde e  autoridades de Saúde Pública, serviços desconcentrados da Segurança Social,  Instituições Particulares de Solidariedade Social, escolas e instituições do ensino superior e politécnico, corporações de Bombeiros, Proteção Civil, Forças Armadas, Forças e Serviços de Segurança Pública, bem como muitas entidades do setor associativo, empresas e cidadãos anónimos”.

Nesta região, até 8 de junho e desde o início da pandemia, foram realizados mais de 23 mil testes à Covid-19, o que significa que cerca de 5% da população do Alentejo já foi testada.

Tendo sido dada especial atenção aos grupos de maior risco, foram testados cerca de 11.693 profissionais e utentes de cerca de 318 instituições, entre lares de idosos, unidades de cuidados continuados, serviços de apoio domiciliário e centros de atividades ocupacionais.  A taxa de infeção revelada foi de cerca de 0,03%. Nas creches, foram realizados cerca de 2069 testes a profissionais de 140 instituições, não tendo havido registo de qualquer caso positivo de Covid-19.

Os dados mais recentes indicam que se encontram ativos menos de 30 casos, assistindo-se à contenção da evolução da linha de casos confirmados, “para a qual contribuiu o comportamento cívico dos alentejanos”, segundo o secretário de Estado. Este deve manter-se nesta nova fase de regresso aos locais de trabalho, abertura do comércio e da época balnear, bem como a cooperação entre todas as entidades.