Mocinha: “aos poucos, temos de voltar à nossa normalidade”

O risco de contágio por Covid-19 é ainda uma realidade, sendo que, no sentido de se retomar, em segurança, a atividade social e económica do país, tem-se vindo a assistir a um gradual desconfinamento.

E quando Elvas regista, até à data de hoje, dez casos confirmados de infeção por Covid-19, desde o início da pandemia, o presidente da Câmara, Nuno Mocinha, recorda que os mesmos foram todos importados, pelo que sente que os elvenses se têm “portado bem”, mesmo por esta altura em que já se começa a regressar, aos poucos, à normalidade possível.

“A vida tem de continuar e não podemos ficar refém de qualquer vírus”, começa por dizer, contudo, alertando para o facto de não de “poder baixar a guarda”. Para isso, é necessário, explica Mocinha, continuar a seguir as indicações da Direção-Geral da Saúde.

Mocinha diz ainda que a normalidade de hoje não será a mesma que se vivia antes da pandemia, sendo que cada um de nós deverá respeitar todos à sua volta, tendo sempre presente todas as medidas de segurança.

“Não estamos livres de haver mais casos, é normal. Nós temos de nos habituar a viver com este vírus (…), mas agora temos de dar  uma atenção muito especial à nossa vida, assim como à nossa economia”, diz Mocinha. “Tem de haver aqui um equilíbrio, sem pressas, para que, aos poucos, voltemos à nossa normalidade”, remata.

Para já, o município de Elvas reabriu vários espaços como a biblioteca Dra. Elsa Grilo, o posto de turismo da Praça da República, os fortes da Graça e de Santa Luzia, o Museu de Arte Contemporânea, a Casa da Cultura e a Casa da História Judaica. Quanto às piscinas, por exemplo, Mocinha explica a decisão de as reabrir ainda está por tomar.