Artipel: 30 anos de confeção de acessórios de moda

Foi há cerca de trinta anos que a Artipel, empresa da família Magarreiro, na Terrugem, no concelho de Elvas, deu os primeiros passos no mundo dos acessórios de moda.

Na altura, era sobretudo a pele que predominava em malas e carteiras produzidas quase que, na sua totalidade, à mão. Hoje, é a cortiça a matéria-prima rainha nas confeções da empresa, tal como explica Rita Magarreiro, por se tratar de um “material mais ecológico”, além de ser “cem por centro português” e com “muito destaque lá fora”.

Rita juntou-se aos pais, neste negócio, há sete anos, para explorar, sobretudo, o mercado internacional. Atualmente, revela, as produções da Artipel chegam já a quase todos os países da Europa, mas não só. Austrália, Arábia Saudita, Canadá e Estados Unidos são outros dos países onde já é possível encontrar as coleções da Artipel.

Acessórios de moda para mulher, como carteiras, malas e bijuteria, continuam a ser a maior aposta da Artipel, mas a verdade é que, na fábrica, são agora também confecionadas coleções destinadas ao sexo masculino, assim como uma linha para casa.

A Artipel emprega, atualmente, 19 pessoas, entre fábrica e loja, sendo quase todas os funcionários da Terrugem.