DECO aconselha os consumidores sobre o crédito fácil e barato

O crédito fácil e barato pode sair caro, e desta forma o consumidor deve estar informado e ser aconselhado sobre as entidades envolvidas, e ler bem as cláusulas dos contratos.

O consumidor “deve consultar, no Banco de Portugal, a lista de entidades que estão autorizadas a conceder e intermediar crédito em Portugal, de forma a não correr riscos, e deve também analisar os custos associados”, como explica Isabel Curvo, jurista da DECO.

A jurista afirma também que ” o consumidor nunca deve pedir dinheiro “às cegas” porque os custos podem ser maiores que os benefícios, e uma das maiores artimanhas é recolher dados do consumidor pelas redes sociais, em que o consumidor é obrigado o fornecer os dados pessoais, posteriormente informado que o crédito foi aprovado, e a efetuar uma transferência, no entanto o crédito nunca terá sido concedido.”

Isabel Curvo adianta que na maioria das vezes, “são entidades particulares, e não financeiras, que efetuam este tipo de créditos, e com as quais é preciso redobrar o cuidado.”